FERRAMENTA GRÁTIS · GERADOR DE SCHEMA DE AVALIAÇÃO

Gerador de schema de avaliação

Monte o JSON-LD de Review e AggregateRating — os dados estruturados por trás das estrelas do snippet de avaliação — e saiba, antes de colar, quando a marcação é do tipo que custa as estrelas do site: autoavaliação de empresa, nota copiada de outro site, avaliação paga sem aviso.

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Review + AggregateRating · gerador
O que está sendo avaliado, e por quem

Um dos dezessete tipos que o Google aceita como objeto de avaliação.

Um item específico. Não uma categoria, não uma lista, não "nossos serviços".

nested põe a avaliação dentro do item e dispensa o itemReviewed; standalone gera uma Review que nomeia o item. O Google aceita os dois.

A nota e a avaliação

Número, fração como 6/10 ou porcentagem. Decimal com ponto: 4.5, nunca 4,5.

Em branco, vale 5. Um 9.2 de 10 sem bestRating vira nota 9.2 numa escala de 5.

Em branco, vale 1.

Autoria

Um nome real, com menos de 100 caracteres. Texto promocional neste campo custa o snippet com base em autor.

Nota agregada (opcional)

Obrigatória quando há média: pelo menos ratingCount ou reviewCount.

Erros e avisos
    JSON-LD — cole na página que traz a avaliação
    
                
    HTML visível — a avaliação como o leitor vê
    
                

    Tudo roda nesta página. Nenhum texto de avaliação, nome ou nota sai do seu navegador.

    Fontes: Google Search Central — dados estruturados de snippet de avaliação; CONAR — Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária (art. 27, § 9º, e Anexo Q) e Guia de Marketing e Publicidade por Influenciadores Digitais 2026, ambos publicados em conar.org.br; Código de Defesa do Consumidor (arts. 36 e 37). Conferido em 26 de setembro de 2026. Não é aconselhamento jurídico.

    Como gerar o schema de avaliação

    Primeiro diga o que está sendo avaliado e quem escreveu. Três respostas travam o gerador, porque são os três casos em que a marcação faz mais mal do que marcação nenhuma.

    1. Diga o que está sendo avaliado. Um item específico, com nome, de um dos dezessete tipos que o Google aceita como objeto de avaliação. Página de categoria ou lista de produtos não é objeto válido.
    2. Responda às três caixas com honestidade. Sua própria entidade, notas de outro site, avaliador com incentivo. Cada uma corresponde a uma regra documentada, e duas delas param o gerador em vez de só avisar.
    3. Dê a nota com a escala. O valor da nota e, se a sua escala não for de 1 a 5, bestRating e worstRating — porque é de 1 a 5 que o Google parte quando eles faltam.
    4. Dê nome a quem avaliou. author é obrigatório e precisa ser um nome real, com menos de 100 caracteres. Nome de avaliador com cupom de desconto é o motivo de o Google ter escrito essa regra.
    5. Cole as duas saídas. O JSON-LD vai na página que traz a avaliação. O bloco visível carrega a mesma nota, o mesmo nome e as mesmas palavras, porque o conteúdo da avaliação precisa estar à vista de quem lê — é exigência, não capricho.

    A regra que torna metade dessa marcação inútil

    Um gerador de schema de avaliação transforma uma nota e quem a deu em JSON-LD Review ou AggregateRating — os dados estruturados por trás das estrelas do snippet de avaliação nos resultados de busca. Antes de qualquer campo, vale responder a uma pergunta: você está avaliando alguma coisa ou publicando avaliações de si mesmo?

    A diretriz do Google, na versão em português, é esta: páginas que usam LocalBusiness ou qualquer outro tipo de dados estruturados Organization não se qualificam para o recurso de avaliação por estrelas se a entidade analisada controla as avaliações sobre si mesma. O exemplo do próprio texto: avaliações sobre a empresa A colocadas no site da empresa A, direto nos dados estruturados ou por um widget de terceiros incorporado — as avaliações de empresas no Google ou o widget de avaliações do Facebook.

    Nada impede um formulário de gerar essa marcação: ela valida. Só que nunca mostra estrela, e o Google avisa que pode aplicar ação manual a quem viola as diretrizes. Por isso este gerador pergunta, e para.

    O que a regra não diz, e vale repetir porque é muito exagerado: ela vale para LocalBusiness e Organization. Uma loja que marca a nota que compradores reais deram a um Product que ela vende faz algo normal e permitido — ali os limites são as outras regras. O gerador trata os dois casos de forma diferente: erro para empresa e organização, aviso para o resto.

    No Brasil, a avaliação de mentira já tinha regra antes da estrela

    O Código de Defesa do Consumidor exige que a publicidade seja identificada como tal, fácil e imediatamente (art. 36), e proíbe a enganosa, inclusive por omissão de dado essencial (art. 37). A autorregulamentação do CONAR vai mais fundo no depoimento de cliente. Lado a lado com o Google:

    Diretriz do GoogleRegra brasileira
    Nada de avaliações que não se baseiam em uma experiência genuína com o produto ou serviço.Código do CONAR, art. 27, § 9º: só depoimentos personalizados e genuínos, ligados à experiência de quem depõe — e sempre comprováveis.
    O nome do avaliador precisa ser válido; "50% de desconto até sábado" não é.Anexo Q do mesmo Código: consumidor identificado tem nome e sobrenome verdadeiros, e funcionário do anunciante não se passa por consumidor comum.
    Avaliação em troca de dinheiro, desconto, voucher ou produto, sem divulgar o incentivo de forma clara e em destaque, está fora.Guia de influenciadores do CONAR (2026): conteúdo pago se identifica pela ferramenta da própria plataforma ou por #publi e #publicidade, à vista, sem precisar tocar em "mais"; postagem estimulada por brinde precisa informar a mecânica que a originou.

    O guia, publicado pelo CONAR em 12 de maio de 2026 e com efeitos desde 1º de junho, ainda desaconselha #ad e outros termos em inglês, que podem não ser compreendidos pelo público — detalhe para quem copia o modelo de avaliação de sites de fora. E o Anexo Q obriga o anunciante a comprovar a veracidade do depoimento sempre que isso for pedido: o avalie e ganhe cupom sem aviso é, ao mesmo tempo, violação da diretriz do Google e depoimento difícil de defender. Nada disto é aconselhamento jurídico; é o motivo de as três caixas do gerador existirem.

    Nota de outro site, nota de categoria, nota sem texto

    • Nota de outro site. "Não colete avaliações nem classificações de outros sites", diz o Google. O 4,8 da sua loja no Mercado Livre, a reputação no Reclame Aqui e as estrelas do seu Perfil da Empresa no Google pertencem às páginas de lá. Copiar a média para o seu markup é a violação, mesmo que o número seja verdadeiro — e o ratingCount, pela definição do Google, conta as notas dadas no seu site.
    • Nota de categoria. A avaliação é de um item específico, não de uma categoria ou lista: "melhores panelas de pressão" e "nossos serviços" não são item. O aviso automático do gerador reconhece esse padrão em inglês (e o "top 10"); em português, a conferência é sua.
    • Nota sem texto. O conteúdo marcado precisa estar prontamente disponível na página: quem chega vê o texto da avaliação e a nota. O Google recomenda aceitar só notas acompanhadas de comentário e do nome do autor — e, se a página mostra várias avaliações individuais, incluir também a nota agregada delas.

    Escala de 5, ponto decimal e um autor de verdade

    Dois padrões reescrevem muita marcação em silêncio:

    • Sem bestRating, a escala é de 5; sem worstRating, o mínimo é 1. Um site que dá nota de 0 a 10 e marca 8.4 sem bestRating publicou 8,4 de 5. Fração e porcentagem carregam a própria escala: 6/10 e 60% dispensam o resto.
    • Decimal é ponto: 4.4, não 4,4. A página em português do próprio Google mostra a saída para quem escreve com vírgula: em microdados e RDFa, o atributo content leva 4.4 enquanto o leitor vê 4,4. Em JSON-LD o valor é o valor — deixe 4.4 no markup e escreva 4,4 no texto da página.

    author é obrigatório e tem uma regra de tamanho com consequência declarada: o nome precisa ser válido e ter menos de cem caracteres, ou a página não se qualifica para o snippet de avaliação com base em autor. O exemplo de nome inválido — "50% de desconto até sábado" — mostra contra que prática a regra foi escrita, e o gerador avisa quando o nome traz porcentagem ou endereço de site.

    Uma escolha de estrutura: a avaliação aninhada no item que ela avalia omite itemReviewed, porque o item pai é o avaliado; uma Review independente precisa nomear o item. O Google aceita as duas formas, e o gerador começa pela aninhada.

    Quando a resposta é não

    Ouvir que os seus depoimentos não podem ter estrelas não é ouvir que devem sumir. Avaliação no próprio site continua fazendo o que mais importa: convence quem lê e dá a um mecanismo de resposta com IA frases específicas, de clientes com nome, para citar. Nenhuma das duas coisas depende de dados estruturados.

    O que muda é de onde vêm as estrelas: de notas que você não controla — um diretório, um marketplace, um site de avaliações do setor —, marcadas nas páginas deles. Se a ideia era deixar a ficha da empresa mais rica, as propriedades feitas para isso estão no gerador de schema de empresa local; se era uma página de produto, as regras de preço e disponibilidade estão no gerador de schema de produto. E perguntas e respostas visíveis, que ranqueiam sem estrela nenhuma, saem do gerador de schema FAQ.

    Perguntas frequentes

    O que é um gerador de schema de avaliação?

    Um gerador de schema de avaliação transforma uma nota e quem a deu em JSON-LD Review ou AggregateRating — os dados estruturados por trás das estrelas do snippet de avaliação nos resultados de busca. Este também confere as diretrizes de avaliação enquanto você preenche e escreve um bloco visível com a mesma avaliação.

    Posso colocar schema de avaliação no site da minha empresa?

    Não para avaliações da própria empresa. O Google diz que páginas com LocalBusiness ou Organization não se qualificam para as estrelas quando a entidade avaliada controla as avaliações sobre si mesma — inclusive por widget incorporado, como o das avaliações de empresas no Google ou o do Facebook. Publique os depoimentos, mas não os marque.

    E as avaliações dos meus próprios produtos, posso marcar?

    Pode. A restrição documentada vale para LocalBusiness e Organization. Uma loja que marca, na página de um Product, as notas que compradores reais deixaram está fazendo algo permitido. As outras regras continuam: nada de nota copiada de outro site, nada de avaliação falsa e incentivo sempre declarado.

    Posso usar a nota da minha loja no Reclame Aqui ou no Mercado Livre?

    Não. As diretrizes do Google mandam não coletar avaliações nem classificações de outros sites: a média de lá pertence à página de lá, e o ratingCount conta as notas dadas no seu site. Se você mostra várias avaliações próprias, inclua também a nota agregada delas.

    Avaliação em troca de cupom de desconto pode ser marcada?

    Só com o incentivo divulgado de forma clara e em destaque. O Google proíbe avaliações escritas em troca de dinheiro, descontos, vouchers ou produtos sem esse aviso, e o guia de 2026 do CONAR pede que a postagem estimulada por brinde ou benefício informe a mecânica que a originou. Sem aviso, não marque.

    Como escrevo nota com vírgula, como 4,5, no JSON-LD?

    Com ponto: 4.5. O Google pede ponto em vez de vírgula nos dados estruturados. Na página o leitor pode continuar vendo 4,5: em microdados, o atributo content carrega o 4.5; em JSON-LD, escreva 4.5 no markup e 4,5 no texto.

    O que acontece se eu não informar o bestRating?

    O Google assume escala de 5 pontos, com 1 como mínimo. Uma nota de 0 a 10 marcada sem bestRating é lida numa escala de 5. Fração e porcentagem carregam a própria escala, então 6/10 e 60% são inequívocos sem ele.

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