// FERRAMENTA GRATUITA · TAXAS DO STRIPE
Calculadora de taxas do Stripe
Numa conta Stripe do Brasil, um cartão nacional custa 3,99% + R$ 0,39 por transação — a taxa de cartão mais alta de todas as tabelas que a Stripe publica. Cartão internacional soma 2%, o Pix sai por 1,19% e o boleto por R$ 3,45 fixos, e uma contestação custa R$ 55,00. Escreva um valor acima: você vê a taxa, o que cai no seu saldo, quanto teria que cobrar para receber um valor exato e quanto a mesma cobrança custa ao longo de um ano de renovações. Preços conferidos em 4 de setembro de 2026 na tabela publicada pela Stripe para o Brasil.
O que o cliente paga, antes de qualquer taxa sair.
O acréscimo fica cinza quando não vale para a forma escolhida: Pix e boleto são trilhos domésticos em reais e não têm cartão internacional.
Em planos recorrentes, os R$ 0,39 saem em toda renovação, não uma vez só. É aí que uma assinatura barata encarece em silêncio.
Preços da tabela publicada pela Stripe para o Brasil, conferidos em 4 de setembro de 2026. Uma taxa negociada, uma conta em outro país ou um preço fora do padrão são diferentes disso — aqui tem aritmética, não a sua fatura.
Calcular uma taxa da Stripe em quatro passos
Um valor, uma forma de pagamento, uma caixinha. A calculadora roda no seu navegador, não manda nada para lugar nenhum e usa os preços de uma conta brasileira, não os americanos.
- Escreva o valor. Ponha o que o cliente paga, o bruto, antes de a Stripe descontar qualquer coisa. Em R$ 49,00 no cartão nacional são R$ 2,35 de taxa e R$ 46,65 para você.
- Escolha a forma de pagamento. A mesma cobrança de R$ 49,00 custa R$ 2,35 no cartão, R$ 0,58 no Pix e R$ 3,45 no boleto. O boleto é fixo, então ele começa caro e vira o mais barato acima de uns R$ 77.
- Marque cartão internacional se for o caso. Um cartão emitido fora do Brasil soma 2 pontos, o que leva a taxa a 5,99% + R$ 0,39. Vale o país do banco emissor, não o endereço de entrega nem o IP.
- Leia a coluna da direita. Ali estão os três números que não aparecem em fatura nenhuma: quanto cobrar para receber um valor exato, quanto a mesma cobrança custa num ano de assinatura e quanto custa perder uma contestação — o produto, a taxa que não volta e mais R$ 55,00.
Os preços que esta calculadora usa
Todo número abaixo vem da tabela publicada pela Stripe para uma conta brasileira com preços padrão, lida em 4 de setembro de 2026. Eles estão no código da página como uma constante única, então o que a calculadora faz e o que esta tabela diz não têm como divergir.
| O quê | Preço | Vale para |
|---|---|---|
| Cartão nacional | 3,99% + R$ 0,39 | Por transação realizada, on-line. É a taxa de cartão mais alta entre as tabelas que a Stripe publica: nos EUA são 2,9% + US$ 0,30 e na zona do euro, 1,5% + € 0,25. |
| Cartão internacional | + 2% | Pelo país do banco emissor. Leva a taxa a 5,99% + R$ 0,39. |
| Pix | 1,19% | Por Pix pago. A tabela diz, com todas as letras, somente por convite — não é um botão que você liga sozinho. |
| Boleto bancário | R$ 3,45 | Por boleto pago, sem percentual. Acima de uns R$ 77 fica mais barato que o cartão; numa venda de R$ 1.000 são R$ 3,45 contra R$ 40,29. |
| Contestação recebida | R$ 55,00 | Por contestação, ganhando ou perdendo. |
| Refutação de contestação | R$ 55,00 | Quando você responde manualmente. Volta se você ganhar, fica se perder. |
| Prevenção de contestações | R$ 55,00 · R$ 110,00 | Resolução da Visa e resolução da Mastercard, respectivamente. As pesquisas são inclusas. |
| Reembolso | A taxa não volta | A documentação da Stripe é explícita: as taxas de processamento da transação original não são devolvidas. |
| 3D Secure | Incluso | Nas contas com preços padrão. Só as contas personalizadas pagam R$ 0,10 por tentativa. |
O que não está no quadro também importa. Não há linha de parcelamento porque a Stripe não oferece parcelado no Brasil — a seção seguinte trata disso. A conversão de moeda aparece na tabela como «a partir de 2%» e é cobrada do cliente, não de você, então não entrou no cálculo: um piso sem teto não é um número. Amex, Elo, Hipercard e os cartões de débito nacionais não são aceitos por contas brasileiras da Stripe, segundo a própria central de ajuda. Preferimos uma linha a menos a um número inventado.
E vale a advertência de sempre: uma taxa percentual somada a uma taxa fixa se comporta de um jeito muito diferente conforme o tamanho da venda. 3,99% + R$ 0,39 dão 5,95% num pedido de R$ 20 e 4,19% num de R$ 200. Quem vende ticket baixo está pagando uma taxa que ninguém lhe informou.
Parcelamento: a pergunta que a tabela da Stripe não responde
Se você chegou aqui procurando a taxa do parcelado, esta é a resposta curta e ela não é confortável: a Stripe não oferece parcelamento no Brasil. A página de installments da documentação lista três coisas — Mastercard Installments, o meses sin intereses do México e o 分割払い do Japão. O Brasil não está lá. A central de ajuda sobre formas de pagamento aceitas em contas brasileiras também não menciona parcelado em lugar nenhum. Não existe uma tarifa de parcelamento para escrever no quadro acima porque não existe o recurso.
Isso é uma limitação grande num mercado onde parcelar é o padrão até em compras pequenas. Vale saber o que se está perdendo, e principalmente de quem sai o dinheiro nos dois tipos de parcelamento — essa distinção é convenção do mercado de cartões brasileiro, não um preço da Stripe:
| Parcelado sem juros | Parcelado com juros | |
|---|---|---|
| Quem banca o custo do prazo | A loja | O comprador |
| Como aparece | O cliente vê o preço cheio dividido; a loja recebe menos, ou espera mais, ou antecipa pagando deságio | O cliente vê o total subir; a fatura do cartão dele cobra os juros |
| Efeito na sua margem | Direto: é desconto disfarçado de prazo | Nenhum efeito direto — mas derruba a conversão |
| Quem decide | Você, no checkout | O emissor do cartão do cliente |
O erro caro é tratar «sem juros» como um enfeite de vitrine. Sem juros não quer dizer sem custo; quer dizer que o custo é seu. Uma loja que anuncia 12x sem juros e calcula a margem com a taxa de 3,99% está calculando com a tabela errada, porque o custo do prazo não está na tabela da adquirente — está no que ela deixa de receber hoje. Numa planilha honesta, o sem juros entra como desconto, ao lado do cupom, e não como forma de pagamento.
Na prática, com Stripe no Brasil hoje, as alternativas reais para ticket alto são outras duas: boleto, cuja taxa fixa de R$ 3,45 fica irrisória à medida que o valor sobe, e Pix a 1,19% — lembrando que o Pix está marcado como somente por convite na tabela de preços, ou seja, é preciso falar com a Stripe antes de contar com ele no seu fluxo.
Quando o dinheiro chega: 30 dias, 5 dias ou 2 dias
No Brasil, a taxa é a parte fácil. A parte que quebra fluxo de caixa é o prazo, e ele não está na página de preços — está na central de ajuda, numa página só sobre contas brasileiras. Os números:
| Origem do pagamento | Fica disponível em | O que isso significa |
|---|---|---|
| Cartão emitido no Brasil | 30 dias | Um mês inteiro entre vender e poder usar o dinheiro. É o prazo mais longo entre os mercados desta família de páginas. |
| Cartão internacional | 5 dias | Seis vezes mais rápido que o cartão nacional, na mesma conta. |
| Boleto e Pix | 2 dias úteis | Além de mais baratos, são os mais rápidos. Duas razões para preferi-los que não aparecem na tabela de taxas. |
Para comparação, na mesma documentação da Stripe uma conta espanhola recebe em 3 dias úteis e uma japonesa em 4. A conta brasileira não é um pouco mais lenta: é dez vezes mais lenta no trilho mais usado. E há um detalhe que fecha a porta de saída: as transferências para o seu banco são diárias e só diárias — a central de ajuda diz que cronogramas semanais e mensais não estão disponíveis para contas do Brasil. Você não escolhe o ritmo, só o prazo escolhe você.
Três consequências práticas, na ordem em que costumam doer. Primeira: se você vende no cartão nacional e paga fornecedor em 30 dias, está financiando a operação por um ciclo inteiro — e um mês de estoque comprado com venda que ainda não caiu é exatamente o tipo de conta que parece saudável até parar de crescer. Segunda: um pedido reembolsado no dia 10 sai do seu saldo antes de a venda original ter entrado, e a taxa de R$ 2,35 de um pedido de R$ 49 não volta em nenhum momento. Terceira: uma contestação de R$ 55,00 chega bem antes do dinheiro da venda que a originou.
Por isso, para uma conta brasileira, a conversa sobre forma de pagamento raramente é só sobre taxa. Migrar 30% do faturamento de cartão para Pix não baixa a taxa de 3,99% para 1,19% — baixa e encurta o recebimento de 30 dias para 2. O segundo efeito costuma valer mais que o primeiro.
O que de fato sobra com você
A taxa é metade da pergunta. A outra metade é onde o dinheiro está quando acaba, e isso muda por caminho de um jeito que um único número de «líquido» esconde. Uma cobrança de R$ 49,00, três destinos:
| Sua própria conta Stripe | Saldo Clize | Repasse direto | |
|---|---|---|---|
| Quem vende, juridicamente | Você | A Clize | Você |
| Taxa de processamento sobre os R$ 49,00 | R$ 2,35, por sua conta | Paga pela Clize, que é quem vende | R$ 2,35, por sua conta |
| Taxa de plataforma por cima | Nenhuma | Nenhuma | Um percentual por cobrança |
| Com o que você fica | R$ 46,65 no seu saldo Stripe, em 30 dias | R$ 49,00 de crédito Clize | R$ 46,65 menos o percentual |
| Dá para gastar em | Qualquer coisa | Domínios, deploys hospedados, imagens, vídeo e música gerados | Qualquer coisa |
| Dá para sacar para um banco | Sim, no cronograma diário | Não | Sim |
| Situação hoje | No ar, e o jeito normal de vender | No ar | Construído, não ligado no nível da plataforma |
Leia a coluna do meio com atenção, porque a leitura óbvia dela está errada. Isto não é uma Stripe mais barata e não existe aqui nenhum acordo que faça processar cartão custar menos. A Clize recebe na conta Stripe dela, paga a taxa da Stripe como vendedora e credita no seu saldo o valor cheio que o comprador pagou. O que você ganhou não é desconto — é não precisar de conta, de verificação e de chave de API. O que você abriu mão foi da conversibilidade: esse saldo compra o que a Clize vende e não é sacável para um banco. Um real de crédito Clize vale um real se você fosse gastá-lo num domínio ou num deploy de qualquer jeito, e vale menos que um real em qualquer outro caso.
Então a regra honesta é uma fronteira, não um argumento de venda. Se o faturamento precisa chegar a uma conta bancária, use a sua própria conta Stripe, pague os 3,99% + R$ 0,39, espere os 30 dias e fique com a primeira linha. Se você tem um agente que já gasta com domínio, hospedagem e conteúdo gerado e quer que ele recupere parte disso, a coluna do meio é um circuito fechado, não uma comparação de taxas. O Agent Storefront descreve esse circuito inteiro (em inglês).
Cobrar a mais para receber um valor exato
Nota fiscal quase sempre é escrita ao contrário. Você não quer saber o que sobra de R$ 500; você precisa que cheguem R$ 500, e a pergunta é o que colocar na cobrança. Somar 3,99% é o movimento intuitivo e está errado, porque a taxa é tirada do total maior que você acabou de criar.
A conta é uma linha. Para receber um líquido N com percentual p e taxa fixa f:
valor = (N + f) / (1 − p)
# receber R$ 500 limpos no cartão nacional:
valor = (500 + 0,39) / (1 − 0,0399) = R$ 521,19
Quem soma 3,99% cobra R$ 519,95, paga R$ 21,14 de taxa e recebe R$ 498,81: R$ 1,19 a menos. Numa cobrança é arredondamento; num ano de cobranças é dinheiro. A calculadora faz essa conta com o valor que você digitar e mostra o resultado como segundo número, então dá para ler nos dois sentidos sem trocar a entrada.
Duas notas de rodapé. No boleto não é divisão, é soma: a taxa é fixa, então R$ 500 limpos viram R$ 503,45, e ponto. E no Pix, com 1,19% e nenhuma taxa fixa, o mesmo alvo dá R$ 506,02 — o que mostra bem a diferença entre os trilhos quando o valor cresce.
A terceira nota é jurídica e vale para o Brasil inteiro: repassar a taxa ao cliente como um item chamado «taxa de cartão» costuma esbarrar nas regras das bandeiras e na expectativa do consumidor. A versão segura disso é um preço maior, não uma linha a mais no checkout. Diferenciar preço por forma de pagamento (o clássico «à vista no Pix») é outra coisa, e essa é prática comum e permitida.
Assinaturas: a taxa fixa sai em toda renovação
O erro de conta mais comum em receita recorrente é tratar os R$ 0,39 como uma coisa que acontece uma vez. Eles saem por transação realizada, e uma assinatura mensal são doze transações realizadas por ano.
Num plano de R$ 29 por mês, cada cobrança custa 3,99% mais R$ 0,39, ou seja R$ 1,55 — o que dá 5,34%, não 3,99%. No ano são R$ 18,60 sobre R$ 348 de faturamento. Cobre os mesmos R$ 348 uma vez por ano e a taxa é de R$ 14,28: 4,10% efetivos. O produto é idêntico; a decisão de cobrança moveu R$ 4,32 de margem. É por isso que a calculadora tem um seletor de cobrança em vez de assumir pagamento único, e por isso planos anuais costumam ter desconto maior do que a vantagem de retenção sozinha justificaria.
Dois custos a mais que só aparecem na receita recorrente. Renovações que falham custam de qualquer jeito: uma cobrança recusada não gera taxa, mas as retentativas, os e-mails de cobrança e o cancelamento involuntário são reais, e o remédio — atualizador de cartão, agenda de retentativa mais esperta — tem preço próprio. E reembolso nunca devolve a taxa de processamento original, então um cliente que paga um ano adiantado e cancela no segundo mês custou a você a taxa cheia do ano inteiro, mesmo depois de você devolver dez meses.
Se você está construindo o checkout que gera essas cobranças, a peça que decide se toda essa aritmética é confiável é onde o preço mora. Um preço que está na sua página pode ser editado antes de chegar à Stripe, e o gerador de catálogo é a versão curta do remédio. Quando quiser exercitar os caminhos de erro, a tabela de cartões de teste tem um número para cada recusa e cada contestação do quadro lá em cima (as duas em inglês).
Uma última honestidade sobre esta página. Ela é uma calculadora, e calculadora fica no topo do funil: quase todo mundo que chega aqui já vende com Stripe e quer um número, não um produto. Tudo bem. Ela está ligada à linha de storefront porque a pergunta seguinte a «quanto isso me custa» costuma ser «e quem vai tocar a loja», não porque a decisão de alguém seja tomada numa calculadora de taxas.
// Perguntas frequentes
Quanto a Stripe cobra por transação no Brasil?
Numa conta brasileira com preços padrão, 3,99% + R$ 0,39 por transação realizada com cartão nacional. Cartão internacional soma 2%, o que leva a taxa a 5,99% + R$ 0,39. O Pix custa 1,19% por Pix pago e o boleto, R$ 3,45 por boleto pago. Uma contestação custa R$ 55,00. Preços conferidos na tabela publicada pela Stripe para o Brasil em 4 de setembro de 2026.
A Stripe aceita parcelamento no Brasil?
Não. A página de installments da documentação da Stripe lista Mastercard Installments, o meses sin intereses do México e o parcelamento do Japão — o Brasil não aparece, e a central de ajuda sobre formas de pagamento aceitas em contas brasileiras também não menciona parcelado. Por isso não há tarifa de parcelamento nesta calculadora: não existe o recurso, e inventar um número seria pior do que dizer que ele não existe.
No parcelado sem juros, quem paga os juros?
A loja. «Sem juros» quer dizer que o comprador não vê acréscimo, não que o parcelamento seja de graça: o custo do prazo sai da sua margem, seja recebendo menos, seja esperando mais, seja antecipando com deságio. No parcelado com juros quem paga é o comprador, pela fatura do cartão dele. Essa é a convenção do mercado brasileiro de cartões, não um preço da Stripe — e numa planilha honesta o sem juros entra como desconto, do lado do cupom, não como forma de pagamento.
Em quanto tempo o dinheiro fica disponível numa conta Stripe do Brasil?
Segundo a central de ajuda da Stripe sobre contas brasileiras, 30 dias para pagamentos com cartão emitido no Brasil, 5 dias para cartões internacionais e 2 dias para boleto, Pix e cartões pré-pagos nacionais. As transferências são processadas diariamente e cronogramas semanais ou mensais não estão disponíveis para contas do Brasil. Para comparação, uma conta espanhola recebe em 3 dias úteis.
Quando o boleto fica mais barato que o cartão?
Acima de cerca de R$ 77. O boleto custa R$ 3,45 fixos, sem percentual, enquanto o cartão nacional cobra 3,99% + R$ 0,39 — as duas curvas se cruzam por volta de R$ 76,69. Numa venda de R$ 1.000 são R$ 3,45 no boleto contra R$ 40,29 no cartão, e o boleto ainda fica disponível em 2 dias em vez de 30. O Pix, a 1,19%, é mais barato que o cartão em qualquer valor.
A Stripe devolve a taxa quando eu reembolso um cliente?
Não. A documentação da Stripe diz que as taxas de processamento da transação original não são devolvidas quando você emite um reembolso. Um pedido de R$ 100 reembolsado custa R$ 4,38 que você não vê de volta — e é por isso que a taxa de devolução mexe na margem de um jeito que o faturamento bruto não mostra.
Por que a minha taxa efetiva é maior que 3,99%?
Os R$ 0,39 são uma taxa fixa, então o peso deles depende do tamanho do pedido: 3,99% + R$ 0,39 dão 5,95% efetivos num pedido de R$ 20 e 4,19% num de R$ 200. Com cartão internacional passa de 7% no ticket baixo. Assinaturas agravam, porque a taxa fixa sai em toda renovação e não uma vez só.
Quando o número estiver fechado, receba.
Um comando devolve um link de Stripe Checkout funcionando, sem conta Stripe, sem chave e sem formulário de cadastro. A pegadinha está na terceira coluna do quadro acima: o dinheiro chega como crédito Clize, não como dinheiro, e não é sacável para um banco.
$ npm i -g @clize/clize && clize login $ clize pay link --amount 49 --for "pedido 1042"[ Agent Storefront → ]