// FERRAMENTA GRÁTIS · ARQUIVO HTML → LINK DE VERDADE
Hospedar um arquivo HTML
Solte aqui um arquivo .html e veja-o renderizado exatamente como um navegador vai mostrar, junto da lista do que para de funcionar no instante em que o arquivo sai do seu disco. Depois publique de graça em um endereço HTTPS de verdade: dois comandos, sem cadastro, e nada desta página é enviado para lugar nenhum.
Também emEnglishDeutschEspañolFrançais日本語Português (Brasil)繁體中文
Solte um arquivo .html aqui, ou escolha um. Ele é lido localmente com FileReader e não sai desta aba.
A checagem acompanha o que você digita. A prévia se redesenha um terço de segundo depois que você para.
Renderizado em um quadro isolado, com scripts permitidos e sem acesso a esta página. Arquivos da sua própria pasta não resolvem aqui — vão resolver quando forem publicados ao lado da página.
Como hospedar um arquivo HTML
A checagem e a prévia acontecem nesta página; publicar são dois comandos no terminal ou dentro do agente com que você já programa. Nada é enviado aqui — o verificador é um script rodando no seu próprio navegador.
- Abra o arquivo. Arraste seu .html para a caixa, escolha pelo seletor de arquivos ou cole o código. Ele é lido localmente com FileReader e renderizado em um quadro isolado, então você vê exatamente o que um visitante veria.
- Resolva o que trava. Cada apontamento vem com o número da linha. O que trava são as coisas que mudam de comportamento assim que o arquivo é servido por HTTPS a partir de um domínio: referências ao seu próprio disco, sub-recursos em http://, viewport ou título faltando. O resto vale a pena acrescentar antes de alguém linkar a página.
- Publique. Coloque o arquivo em uma pasta com o nome index.html, garanta um handle grátis com clize claim e rode clize deploy nessa pasta. O endereço HTTPS sai no mesmo minuto, e a mesma pasta pode ser republicada quantas vezes você quiser.
O que quebra quando o arquivo sai do seu disco
Um arquivo aberto em file:///Users/voce/Desktop/pagina.html e o mesmo arquivo servido em https://seunome.clize.app/ não vivem no mesmo mundo. As quatro diferenças abaixo explicam quase todo «no meu computador estava certo», e o verificador desta página encontra todas elas sem mandar seu arquivo para lugar nenhum.
| O que o arquivo faz | No seu computador | Depois de publicado |
|---|---|---|
src="file:///Users/voce/…" | A imagem aparece | Quebrada para todo mundo menos você — o caminho é da sua máquina |
src="http://cdn…" | Carrega | Bloqueado como conteúdo misto numa página HTTPS, sem erro visível |
href="estilo.css", src="img/topo.png" | Vem da pasta | Só carrega se esses arquivos forem publicados junto |
Sem <meta name="viewport"> | Ninguém percebe | Todo celular renderiza na largura de desktop e depois encolhe |
O verificador ainda avisa de duas coisas que ficam invisíveis até ser tarde: um <title> faltando, que vira o texto de qualquer link que alguém faça para a página, e um og:image faltando, que é por que alguns links ganham cartão de prévia no WhatsApp e o seu não. Se você só quer olhar o arquivo em vez de publicar, o visualizador HTML renderiza igual, com três larguras e sem conversa de publicação.
Depois do link grátis: o domínio .com.br e a pegadinha do Registro.br
O handle grátis não pede nada além de uma conta: seunome.clize.app sai com HTTPS na hora. A conversa muda quando você quer o seu próprio nome, porque no Brasil o caminho de um .com.br tem duas exigências que não existem em um .com qualquer — e a segunda derruba site de gente experiente.
- Titular com CPF ou CNPJ. Domínios
.brsão registrados diretamente no Registro.br, e o titular precisa ser pessoa física residente no país ou pessoa jurídica estabelecida aqui, identificada por CPF ou CNPJ. Não existe revenda: o registro e a renovação anual são pagos lá mesmo. Quem não tem CPF nem CNPJ não registra um.br, e essa é a diferença mais concreta em relação a um.com. - O domínio só entra no ar depois que o DNS responder. Esta é a parte que surpreende. Em um gTLD, você aponta os servidores de nomes e o domínio é publicado na mesma hora, mesmo que nada responda ainda. O Registro.br verifica: enquanto os servidores que você informou não responderem de forma autoritativa pela zona, o domínio fica com o status «aguardando configuração de DNS» e simplesmente não resolve para ninguém. Não é lentidão de propagação, é uma checagem — e ela só passa quando a zona existe do outro lado.
Na prática, a ordem que funciona é: primeiro publique no handle grátis e confirme que a página está certa; depois registre o domínio no Registro.br; então importe esse domínio com clize domain, que cria a zona e devolve os servidores de nomes; e só aí cole esses servidores no painel do Registro.br. Como a zona já está de pé quando a verificação acontece, o domínio é publicado em vez de ficar pendurado. O handle grátis continua funcionando o tempo todo, então nada fica fora do ar durante a troca.
O limite honesto: não registramos .com.br por você. O registro é feito por você no Registro.br, com o seu CPF ou CNPJ — é assim que a titularidade fica no seu nome, e não no de um intermediário. O que fazemos é o passo seguinte: importar o domínio, hospedar a pasta e emitir o certificado.
Dois comandos e o arquivo tem um link
Publicar não é um formulário. Você instala uma vez e, a partir daí, pegar um nome grátis e publicar são um comando cada — os mesmos dois comandos que o seu agente roda quando você pede para colocar a página no ar, porque é a mesma CLI.
$ npm i -g @clize/clize && clize login
$ clize claim serraverde
✓ serraverde.clize.app é seu; a página provisória já está no ar.
$ clize deploy ./site --domain serraverde.clize.app
{
"host": "serraverde.clize.app",
"url": "https://serraverde.clize.app",
"files": 2,
"notFound": "spa (auto)",
"geo": { "sitemap": "…/sitemap.xml", "llms": "…/llms.txt", "robots": "…/robots.txt" }
}
O handle é por ordem de chegada e continua seu até você liberar. O clize deploy recebe uma pasta, então coloque seu arquivo dentro de uma e chame de index.html — essa é toda a cerimônia do «arquivo único». Amarre a pasta uma vez com clize init --handle serraverde e os próximos deploys nem precisam de --domain. Todos os comandos estão na referência de comandos (em inglês).
O que a hospedagem HTML grátis daqui inclui, dito com precisão
Grátis quer dizer o handle, o certificado e os deploys — não é período de teste. Esta é a superfície inteira, para você decidir antes de digitar qualquer coisa:
- Um endereço de verdade.
seunome.clize.apppor HTTPS, com certificado emitido automaticamente. Seu próprio domínio pode apontar para lá depois, sem mexer nos arquivos. - Sites com vários arquivos, não só uma página. O que estiver na pasta sobe: páginas, CSS, imagens, fontes. Até 90 MB por arquivo e 5 GB por site.
- 404 de verdade quando você quiser. Coloque um
404.htmle caminhos desconhecidos devolvem um 404 real; sem ele, caem emindex.htmlcom 200, que é o que uma aplicação de página única precisa. O--not-founddecide nos dois sentidos. - URLs limpas.
/oficinas/serve/oficinas/index.htmldireto, sem salto de redirecionamento. As respostas ficam cinco minutos em cache público. - Uma camada legível por máquinas, gerada sozinha. Cada deploy responde
/sitemap.xml,/llms.txte/robots.txta partir da lista de arquivos; se você publicar os seus com esses nomes, os seus valem. - Uma caixa de entrada com o mesmo nome, se quiser.
clize claim seunome --emailabre tambémsupport@seunome.clize.apppara receber e-mail.
O que não é: não existe editor visual e não existe página de propaganda na frente da sua. Você escreve ou gera o HTML — na mão ou pedindo ao agente que já usa — e o deploy publica exatamente aqueles bytes.
// Perguntas frequentes
Como hospedar um arquivo HTML de graça?
Coloque o arquivo em uma pasta, chame de index.html e publique essa pasta. Com o Clize são dois comandos: clize claim seunome garante o handle grátis seunome.clize.app, e clize deploy ./pasta --domain seunome.clize.app coloca os arquivos atrás dele por HTTPS. Antes disso, passe o arquivo pelo verificador desta página: ele encontra as referências que só funcionam na sua própria máquina.
A hospedagem HTML daqui é grátis mesmo?
É. O handle em seunome.clize.app, o certificado HTTPS e os deploys não custam nada e não pedem cartão. Você precisa de uma conta Clize para ser dono do nome, que é o que impede duas pessoas de reivindicarem o mesmo. Só se paga por algo que custa dinheiro em outro lugar, como registrar um domínio — e o preço é informado e confirmado antes de qualquer cobrança.
Posso hospedar um único arquivo .html ou preciso de um site inteiro?
Um arquivo só está ótimo. O comando de deploy recebe um diretório e não um arquivo, então coloque o seu único arquivo em uma pasta e chame de index.html. Todo o resto dessa pasta sobe junto, e é assim que você acrescenta depois uma folha de estilo ou imagens sem mudar nada no endereço.
Vocês registram domínio .com.br para mim?
Não. Domínios .br são registrados diretamente no Registro.br e o titular precisa ter CPF ou CNPJ, o que é justamente o que mantém a titularidade no seu nome. O que fazemos é o passo seguinte: você importa o domínio com clize domain, recebe os servidores de nomes, cola no painel do Registro.br e hospeda a pasta com certificado emitido automaticamente.
Registrei o .com.br e ele não resolve. O que aconteceu?
Quase sempre é a verificação de DNS do Registro.br. Diferente de um .com, o domínio só é publicado depois que os servidores de nomes informados respondem de forma autoritativa pela zona; até lá ele fica aguardando configuração de DNS e não resolve para ninguém. Crie a zona primeiro, com clize domain, e só então informe esses servidores no painel.
Meu arquivo é enviado quando eu abro neste verificador?
Não. O arquivo é lido no seu navegador com FileReader e renderizado em um iframe isolado da mesma página. Nada vai para um servidor, não há conta, e a página continua funcionando sem rede depois de carregada.
Por que minhas imagens somem depois que a página vai para o ar?
Quase sempre por um de dois motivos. Ou o src aponta para um caminho do seu próprio disco, do tipo file:///Users/voce/Desktop/foto.jpg, que não existe para mais ninguém; ou é uma URL http://, que uma página HTTPS bloqueia como conteúdo misto sem mostrar erro. O verificador aponta os dois com o número da linha.
Dê ao arquivo um endereço que ele possa manter.
Uma instalação, um nome, um deploy. O handle é seu até você liberar, o certificado é automático, e a mesma pasta pode ser republicada quantas vezes você quiser.
$ npm i -g @clize/clize && clize login $ clize claim seunome $ clize deploy ./site --domain seunome.clize.app[ Começar com o Clize → ]